Oscar Malvessi, da FGV: alerta não foi ouvido pela direção da Sadia
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Oscar Malvessi, da FGV: alerta não foi ouvido pela direção da Sadia
"O que pode gerar problemas são as verdades provisórias e eventuais mentiras camufladas de bons argumentos", afirmou o coach executivo e de equipes, Carlos Cruz. Ele explicou que, quando é franco, o profissional tira as pessoas da famosa zona de conforto e, por isso, elas ficam mais suscetíveis a conflitos. (site administradores)
De acordo com ele, o ser humano só diz o que é verdade ou mentira baseado no próprio conhecimento, na experiência vivida e no que ele acredita. No ambiente de trabalho, porém, é preciso ter como referência os fatos para comunicar as verdades em mente.
No feedback
O feedback é um momento propício para falar a verdade. O processo só se torna útil, porém, se alguns cuidados são tomados:
- Seja descritivo, e não avaliativo: evitar julgamento ao relatar uma situação reduz a necessidade de se reagir defensivamente;
- Quebre a resistência: reconheça algo positivo antes de dizer a verdade ao outro, caso seja pertinente;
- Seja específico, ao invés de genérico: em vez de dizer a alguém "você é...", descreva seu comportamento em determinada situação;
- Foque no comportamento que o outro pode modificar: caso contrário, terá um colega de trabalho frustrado;
- Seja oportuno: dê um feedback logo após o comportamento em questão, mas é importante observar a abertura do outro para ouvi-lo;
- Seja pontual: quanto mais objetivo for, mais impacto vai gerar e maiores as possibilidades de melhorias;
- Seja franco: quanto mais franqueza tiver na comunicação e menos enrolar, mais segurança você terá para falar a verdade.
- Basear-se em fatos;
- Apresentar soluções, ao invés de relatar problemas;
- Evitar triangulação na comunicação, ou falar de um terceiro que não esteja presente na reunião;
- Estimular o debate colocando hipóteses para as verdades em questão;
- Focar em resultados.
ACADEMICA: VANESSA STRADA MACHADO
Currículo cheio de saberes pode chamar a atenção dos recrutadores no momento da triagem, mas as empresas querem mais de seus funcionários. “As competências comportamentais da equipe são fundamentais para o crescimento da empresa. Pessoas criativas, proativas e que possuem visão de negócios fazem toda a diferença para a organização”, afirma Giuliano Bortoluci, diretor de comunicação da Estagiários.com, empresa especializada no recrutamento e seleção de estagiários. “Conhecimentos e habilidades técnicas são muito importantes, mas deve-se prestar atenção em outros aspectos que os candidatos têm a oferecer”, diz.
O Brasil ainda precisa de muito investimento na educação e no conhecimento técnico dos profissionais que já atuam no mercado, mas também dos jovens que estão começando agora. “As empresas estão sentindo falta de profissionais capacitados e hoje investem cada vez mais em jovens talentos para seguirem carreira e neles despertar os valores da companhia. O objetivo é fazer com que pensem por si só a partir do conhecimento que lhes foi concedido”, diz Bortoluci. “Essa é a grande tendência dos últimos tempos”, acrescenta.
O fato é que as corporações atualmente contratam pelas competências técnicas e esperam de seus funcionários o desenvolvimento de habilidades extras e também que vistam a camisa da empresa. Além disso, a postura no trabalho também conta muito na avaliação do profissional. Há quem diga que isso é coisa do passado, algo muito comum no pensamento da chamada Geração Y – jovens poucos disciplinados e insubordinados. Porém, não é isso o que acontece. Assim como as competências comportamentais, o próprio comportamento do profissional é importante e chega a ser motivo de demissão caso este não atenda a essas exigências da empresa em que trabalha.
Acadêmica: Angela Ferronatto
O secretário de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral, afirmou que o impacto da fusão de Sadia e Perdigão, anunciada anteontem, terá reflexos positivos nas exportações brasileiras. Barral evitou comentar os reflexos da fusão no mercado interno.
"Do ponto de vista das exportações, a fusão vai gerar maior eficiência e a possibilidade de maior redistribuição (das exportações brasileiras) num momento em que estamos conseguindo abrir mais mercados para o Brasil", disse Barral. E completou: "No plano interno, cabe ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) avaliar."
Após participar, em Brasília, da abertura de um seminário sobre políticas de defesa da concorrência e de defesa comercial na sede do Banco Central (BC), Barral afirmou que são piores para as exportações brasileiras as variações bruscas de cotação do dólar do que, propriamente, uma cotação muito abaixo de R$ 2. Ele comentou, porém, que um dólar acima de R$ 2 é "muito competitivo" para os exportadores brasileiros.
"Nas duas ou três últimas semanas, houve uma entrada maciça de capitais de investimentos, e isso tem pressionado o dólar para baixo, e o Banco Central tem reagido muito bem para tentar criar um mecanismo de equilíbrio", afirmou o secretário. "A grande variação (nas cotações) é pior que uma cotação de dólar mais baixo", completou, acrescentando que o impacto do câmbio não é igual para todos os setores da economia brasileira.
Barral observou que o governo, para minimizar os problemas dos exportadores, já está adotando medidas como redução de tributos sobre as vendas externas e ampliando as linhas de financiamento.
ACADEMICA: VANESSA STRADA MACHADO
Para ampliar as chances de superação das dificuldades causadas pela crise mundial da economia, a consultora Gisela Kassoy elaborou cinco etapas para que seus clientes e parceiros visualizem as oportunidades e alavanquem os negócios.
As cinco etapas
Confira as dicas de Gisela:
- Em primeiro lugar, tente distinguir as energias internas que podem ser mobilizadas para superar as adversidades alheias à organização. A crise vem de fora para dentro, mas nem por isso deve ser paralisante;
- Avalie, valorize e motive seus talentos internos, potencializando o capital intelectual e a garra para atender as necessidades de clientes externos;
- Renove, explique ou reinvente a estratégia e as táticas da empresa. Tente vinculá-la, radicalmente, às ansiedades e preocupações com custos, prazos e sucesso de seus parceiros atuais e futuros;
- Exponha, discuta e negocie custos tanto com clientes quanto com colaboradores;
- Valorize decisões de cunho emergencial, bem como transformações que irão perdurar no longo prazo.
Acadêmica: Angela Ferronatto
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03/06/2009 @ 22:45:10
por gustavo
Brasil tem a maior entrada de ...
03/06/2009 @ 22:41:38
por gustavo
Investidores desconfiam de recuperação, e Bovespa ...
03/06/2009 @ 22:35:42
por gustavo
Olá Pessoal... Aproveitando o excelênte post ...
03/06/2009 @ 02:37:03
por José manuel
Sadia nomeia conselho que vai avaliar ...
02/06/2009 @ 02:43:18
por lila